25 de Abril

25 abril, 2009 at 8:57 am 1 comentario

Para los más jóvenes y para los capataces esta fecha no les dirá nada. Para los canosos o los que ya no tenemos pelo, y que todavía nos queda dignidad, el 25 de abril nos trae muchos recuerdos.
En febrero Antonio de Spínola, general portugués había publicado “Portugal e o futuro”, en marzo el Movimento das Forças Armadas (MFA) pone en circulación bajo el sello de Movimento dos Capitães el documento “Os Militares, as Forças Armadas e a Nação” del gen Melo Antunes. El 16 de marzo hay una tentativa de golpe por el Regimento de Infantaria 5 das Caldas da Rainha, que marcha sobre Lisboa. La tentativa falla en su objetivo. El 24 de Abril, la emisión en varias emisoras portuguesas de la canción de Paulo de Carvalho “e depois do adeus” pone en marcha el golpe. 25 de Abril a las 0:20 en el programa Limite de Rádio Renancença, se emite ” Grândola Vila Morena ” de José Afonso, señal de que las maniobras militares han comenzado y son irreversibles. A las 19 horas el presidente dictador Marcelo Caetano se rinde. El golpe ha triunfado.

25deabrilGrândola, vila morena
Terra da fraternidade
O povo é quem mais ordena
Dentro de ti, ó cidade

Dentro de ti, ó cidade
O povo é quem mais ordena
Terra da fraternidade
Grândola, vila morena

Em cada esquina um amigo
Em cada rosto igualdade
Grândola, vila morena
Terra da fraternidade

25_de_abril_1974_portugalTerra da fraternidade
Grândola, vila morena
Em cada rosto igualdade
O povo é quem mais ordena

À sombra duma azinheira
Que já não sabia a idade
Jurei ter por companheira
Grândola a tua vontade

Grândola a tua vontade
Jurei ter por companheira
À sombra duma azinheira
Que já não sabia a idade

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Entry filed under: Editorial.

Ver cómo se mueven las banderas ¡Yo no firmo!

1 comentario Add your own

  • 1. Saraiva de Carvalho  |  25 abril, 2009 en 8:04 pm

    Infelizmente, ideais de 74 estão a perder-se.
    É verdade que o regime foi derrubado, a 25 de Abril daquele ano, mas hoje, de uma forma ou de outra, os portugueses deixaram de ter liberdade.
    Estão detidos mesmo fora da prisão, presos a dívidas, ao medo de perder tudo o que têm.
    Conquistamos muito, lutámos muito por e escolhemos quem traça o nosso destino. Se calhar, a responsabilidade é mesmo nossa. Se calhar, o problema foi a liberdade ser mal interpretada…
    E em Espanha ha liberdade pra os 4 milloes de desempregados?

    Responder

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